
Rosa
Renata Rosa
Saudade e raízes nordestinas em “Rosa” de Renata Rosa
A música “Rosa”, de Renata Rosa, explora a saudade e a valorização das raízes nordestinas, temas centrais na obra da artista. O verso repetido “Oi Rosa, que saudade” destaca o sentimento de falta, que pode se referir tanto a uma pessoa querida quanto à terra natal ou às memórias afetivas do Nordeste. Essa ambiguidade reforça o tom nostálgico da canção, aproximando o ouvinte das emoções ligadas ao reencontro e à esperança, como no trecho “Será a Rosa que já vem?”.
A letra utiliza imagens do cotidiano rural nordestino, como na descrição da casa “por dentro é cravo e rosas, por fora, manjericão”, sugerindo a dualidade entre a simplicidade aparente e a riqueza interior das pessoas e dos lares da região. O trecho “No telhado dessa casa / Corre água sem chover / Se eu morasse dentro dela / Eu engordava sem comer” traz um tom lúdico e poético, remetendo à fartura e ao aconchego, mesmo diante das dificuldades. Essas imagens refletem a influência de gêneros como maracatu rural, coco e ciranda, presentes na trajetória de Renata Rosa.
Na última estrofe, a menção a lugares como Camaratuba, Engenho da Setúbal, Maceió, Pilar, Engenho Novo, Usina da Boa Fé, Rio Doce, Tamandaré, São Paulo e Minas Gerais amplia o sentimento de pertencimento e saudade, conectando diferentes regiões e trajetórias. Assim, “Rosa” se torna um retrato sensível da cultura popular, da memória coletiva e da celebração das origens brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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