Moro Lá
Renato da Rocinha
Orgulho e união na comunidade em “Moro Lá”
A música “Moro Lá”, de Renato da Rocinha, apresenta um olhar positivo e realista sobre a vida na favela, valorizando a simplicidade e a autonomia dos moradores. Logo no início, a letra destaca a estrutura básica da casa — “quarto, sala, banheiro e cozinha” — como símbolo de liberdade e dignidade. Ao afirmar que não há condomínio nem aluguel, o artista ressalta a independência financeira e a ausência de pressões comuns em outros ambientes urbanos.
O verso “Lá sou negro rei, minha nega é rainha” reforça o sentimento de pertencimento e respeito mútuo, mostrando que, dentro da comunidade, as pessoas se reconhecem e se valorizam, apesar das dificuldades externas. A música também evidencia a solidariedade e a proteção coletiva, como em “a rapaziada fica de butuca e muito ligada na situação” e “a porta está sempre aberta pra quem chega”, ressaltando a hospitalidade e o cuidado entre vizinhos. A frase “Casa de malandro não entra ladrão” traz um duplo sentido: além de indicar um código de ética próprio, sugere que existe uma ordem interna que garante a segurança e a paz. Assim, “Moro Lá” celebra a união, a alegria e a força de quem constrói sua história com orgulho e solidariedade na favela.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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