Entre o Copo e a Memória

Resenha Sertaneja

Olho pro lado e o bar já tá vazio
O gelo derretendo é o meu único amigo
O garçom já cansou desse meu desvario
Mas ele não sabe o que eu carrego comigo

Sua ausência é um peso que eu não aguento
Cada gole que eu dou é pra tentar te apagar
Mas você insiste em ser o meu pensamento
Nesse balcão frio onde eu vim te buscar

É, o peito tá gritando
A alma tá te pedindo
E eu sigo aqui chorando

Eu tô vivendo entre o copo e a memória
Tentando escrever um final pra nossa história
Mas a cada gole a saudade vira um nó
Sem o seu carinho eu tô aqui na pior
Eu tô vivendo entre o copo e a memória
Perdido no tempo, vivendo essa derrota
O álcool me engana, mas não cura a ferida
Você é a falta que sobrou na minha vida

A garrafa tá secando e a saudade, aumentando
O som tá baixinho e eu sigo te chamando
Me dê um golpe de misericórdia e me mata de uma vez
Ou volta correndo pra me amar
Aquele amor gostoso que a gente sempre fez

Eu tô vivendo entre o copo e a memória
Tentando escrever um final pra nossa história
Mas a cada gole a saudade vira um nó
Sem o seu carinho eu tô aqui na pior
Eu tô vivendo entre o copo e a memória
Perdido no tempo, vivendo essa derrota
O álcool me engana, mas não cura a ferida
Você é a falta que sobrou na minha vida

Tô preso entre o copo e a memória
Sem você, eu vou de mal a pior

Composição: Randhal Wendel Fernando de Souza Santos. Essa informação está errada? Nos avise.

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