
Cara de Santa
Restart
Dualidade e jogo de sedução em “Cara de Santa” da Restart
“Cara de Santa”, da Restart, aborda de forma leve e direta o contraste entre a aparência inocente de uma garota e suas atitudes ambíguas em um relacionamento. O eu lírico se sente atraído justamente por essa dualidade: enquanto ela mantém uma "cara de santa", ele percebe sinais de interesse, mas também enfrenta resistência quando tenta avançar para algo mais íntimo. Esse jogo de "gato e rato" aparece em versos como “Se faz de inocente só pra fugir / Quando eu peço (uô ô, uô ô, uô ô)", mostrando a frustração do personagem diante das mensagens contraditórias da parceira.
O refrão reforça a ideia de que ela "come na minha mão", sugerindo que, apesar da pose de inocente, ela também se diverte com a situação e controla o ritmo do relacionamento. A letra trata do desejo não correspondido e da confusão causada por essa postura ambígua, mas faz isso com um tom descontraído, típico da banda. O trecho “Já falei: Vê se não vai se apaixonar / Não sou o tipo que seu pai vai gostar” brinca com o estereótipo do "bad boy" e reforça que tudo é vivido como uma fase divertida e sem compromisso, sem julgamentos pesados sobre o comportamento dos personagens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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