
Católico Apostólico Baiano
Rey Biannchi
Sincretismo e humor em "Católico Apostólico Baiano" de Rey Biannchi
"Católico Apostólico Baiano", de Rey Biannchi, usa o humor para retratar o sincretismo religioso típico da Bahia e do Brasil. A música mostra um protagonista que, diante do medo e da incerteza espiritual, recorre a uma mistura de crenças sem se prender a dogmas. O verso “Acendo a vela pra São Pedro e outra para Iemanjá” exemplifica essa convivência entre práticas católicas e religiões afro-brasileiras, algo comum na cultura baiana. O personagem também brinca com a ideia de proteção espiritual ao afirmar que toma “óstia e água benta pro Diabo me largar”, mas não hesita em buscar ajuda com Preto Velho no terreiro ou acender velas para diferentes divindades.
A letra faz referência a figuras como Exu Caveira, Tranca-rua, Padre Quevedo, Buda, Krsna, Maomé e Oxalá, ampliando o leque de influências espirituais e culturais. O refrão “Eu sou católico apostólico baiano / Quando eu morrer eu não sei onde vou parar” reforça a identidade múltipla do protagonista e sua dúvida sobre o destino final, já que cultua tantas crenças diferentes. O tom leve e bem-humorado da música celebra essa mistura de tradições, ao mesmo tempo em que faz uma crítica sutil à busca incessante por proteção espiritual em todas as frentes possíveis.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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