
Gabiroba
Ricardo Alisson
Regionalismo e humor rural em “Gabiroba” de Ricardo Alisson
Em “Gabiroba”, Ricardo Alisson utiliza a repetição da palavra-título para criar um clima descontraído e bem-humorado, típico das festas do interior de Goiás. A gabiroba, fruta do cerrado, aparece na letra como um elemento versátil, marcando situações cotidianas e engraçadas, como em “O meu boi bebeu gabiroba” e “meu chapéu caiu gabiroba”. Essa brincadeira com a palavra aproxima a música do universo rural, valorizando a cultura local e o jeito simples de contar histórias.
A canção também explora duplos sentidos e insinuações leves, especialmente nos versos “entra nagua e me da um beijo / eu so nao quero no pescoço / quero na ponta da mama / num lugar que nao tem osso gabiroba”. O regionalismo se mistura com uma malícia sutil, característica das músicas de festa, sugerindo um flerte divertido e espontâneo. Expressões como “se eu pudesse escrever nagua como escrevo no papel” reforçam o tom poético simples e popular, mostrando o desejo de eternizar o amor de forma criativa. Anos depois, Ricardo Alisson adaptou “Gabiroba” para o universo gospel, demonstrando sua capacidade de manter a essência da composição mesmo ao mudar o foco da mensagem. Na versão original, porém, a música celebra a alegria, o humor e a espontaneidade da vida no campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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