
Só e Tudo
Ricardo Bergha
A escrita como refúgio e autodescoberta em “Só e Tudo”
A música “Só e Tudo”, de Ricardo Bergha, aborda como a escrita se transforma em uma necessidade essencial diante das mudanças do mundo. No trecho “Alteram-se os ventos / As luas, as leis / E eu sigo escrevendo / Só e tudo que sei”, o artista mostra sua lealdade à escrita, mesmo quando tudo ao redor se modifica. O contexto da canção sugere que escrever é, para Bergha, uma forma de resistir às incertezas e de compreender a si mesmo, funcionando como um registro pessoal do tempo em que vive.
A letra também destaca o papel das memórias e das vozes internas no processo criativo. Em “Não fossem as vozes / Todas que escuto / Algumas de longe / Da infância de certo / Outras de hoje / Chegadas de perto”, fica evidente que as experiências passadas e presentes alimentam a escrita do autor. O verso “Fariam - ou quase - / O mesmo sentido / Que a mim já fazem / A outros ouvidos!” reflete sobre a subjetividade da arte, mostrando que o significado de uma obra pode variar para cada pessoa. Assim, “Só e Tudo” revela a solidão do processo criativo, mas também a busca constante por sentido e conexão através das palavras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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