
Vulcão do Amor
Ricardo Chaves
Intensidade e entrega em "Vulcão do Amor" de Ricardo Chaves
Em "Vulcão do Amor", Ricardo Chaves utiliza a metáfora do vulcão em erupção para transmitir a força e a intensidade de um amor que foge ao controle. A escolha dessa imagem mostra como o sentimento é arrebatador e impossível de ser contido, dominando completamente quem o experimenta. O refrão repetitivo, "E não é mole não", reforça o peso dessa paixão, deixando claro que não se trata de um amor leve ou passageiro, mas de algo que exige entrega total e pode até causar sofrimento, como no verso "Ouve esse grito preso na garganta / O meu sufoco é cada vez maior".
A letra também destaca o desejo de reencontro e a ideia de que a pessoa amada é insubstituível, como em "Você pode até me fazer esquecer do mundo / Mas o mundo jamais fará eu esquecer você". Imagens como "viagens constantes de prazer" e "no meu jardim as rosas vão brotar" sugerem que o amor é fonte de renovação e felicidade, mas também traz ansiedade e expectativa, expressas na esperança de que "o amanhã poder ser bem melhor". O contexto do axé music dos anos 90, com sua energia e mistura de ritmos, amplifica ainda mais a sensação de um sentimento vibrante e intenso, típico das grandes paixões tropicais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Ricardo Chaves e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: