Lida
Ricardo Nazar
Trabalho e superação no cotidiano em “Lida” de Ricardo Nazar
Em “Lida”, Ricardo Nazar explora a relação entre o trabalho rural e a busca por equilíbrio interior, usando a alternância entre os verbos “arar” e “orar” para mostrar como o esforço físico e a espiritualidade caminham juntos. O verso “Arranquei o meu pé de guerra / Semeei um canteiro de paz” traz uma metáfora agrícola clara: transformar conflitos internos em serenidade exige tanto ação quanto a capacidade de deixar para trás o que não faz mais sentido, como reforçado em “do mato que vi que não presta / Arranquei só pra não chorar mais de dor”.
Nazar, natural de Pitangui, Minas Gerais, se inspira no cotidiano rural para abordar temas universais como resiliência e crescimento pessoal. A repetição de “Hora a hora, Sol a Sol e a Lua / Só a Lua me fez parar” destaca o ciclo contínuo de trabalho, em que apenas a noite traz descanso. Já a imagem “faço do meu pranto uma festa / pra brotar no orvalho esse galho, esse grão” sugere que até o sofrimento pode ser transformado em esperança e renovação. Assim, “Lida” retrata de forma sensível a luta diária, mostrando como o trabalho árduo pode levar ao autoconhecimento e à paz interior.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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