
História de Uma Chinela
Ricardo Ribeiro
Encontros e destino em "História de Uma Chinela" de Ricardo Ribeiro
Em "História de Uma Chinela", Ricardo Ribeiro transforma um objeto simples e cotidiano – uma chinela perdida – no ponto de partida para um encontro que muda a vida dos personagens. A música se passa na Mouraria, bairro tradicional de Lisboa e berço do fado, onde as ruas estreitas guardam histórias de amor, saudade e encontros inesperados. O narrador encontra a dona da chinela, descrita como "que andava também perdida", sugerindo que ambos buscavam mais do que um objeto: procuravam sentido, companhia ou uma nova chance para recomeçar.
A letra usa imagens diretas, como "uns olhos negros / E um sorriso sem vida", para mostrar a solidão da personagem feminina, que se transforma ao recuperar sua chinela e, principalmente, ao ser notada pelo narrador. O trecho "Hoje já não está perdida / Encontrou a própria vida / Eu perdi o coração" destaca a troca emocional entre eles: ela reencontra o ânimo e o sentido, enquanto ele se apaixona. As referências à "rua do Capelão" e à "estreita viela" reforçam o clima nostálgico e cotidiano típico do fado. Ricardo Ribeiro mantém a tradição fadista ao dar voz a sentimentos profundos e mostrar como a felicidade pode surgir dos detalhes mais simples do dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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