
A Coisa Tá Preta
Rincon Sapiência
Ressignificação e orgulho negro em “A Coisa Tá Preta”
Em “A Coisa Tá Preta”, Rincon Sapiência transforma uma expressão popularmente usada de forma negativa em um símbolo de orgulho e força da cultura negra. O lançamento da música em 13 de maio, data que marca a Abolição da Escravatura no Brasil, reforça o tom de resistência e celebração da identidade negra. A letra traz frases como “Lava a boca pra falar da minha cor” e “Orgulho preto, manas e manos”, nas quais o artista exige respeito e valoriza a autoestima negra, mostrando que a cor da pele é motivo de orgulho, não de vergonha.
Rincon utiliza referências históricas e metáforas para fortalecer sua mensagem. Ao citar líderes como Zumbi e Nzinga, e ao se autodenominar “Manicongo” (rei do Congo), ele conecta a luta atual à herança africana e à realeza, invertendo a ideia de “sangue de escravo” para “sangue de rei”. A batida marcante, chamada de “vitamina pra alma”, e a valorização da melanina como algo desejado por todos, reforçam que a cultura negra é fonte de energia, beleza e inspiração. Dessa forma, “A Coisa Tá Preta” se consolida como um hino de empoderamento, ressignificando expressões e celebrando a força da negritude.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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