
Menopower
Rita Lee
Liberdade e irreverência feminina em "Menopower" de Rita Lee
Em "Menopower", Rita Lee transforma a menopausa, geralmente vista como tabu ou sinal de decadência, em um símbolo de liberdade e poder feminino. Com humor e ironia, ela desafia a ideia de que a maturidade marca o fim do prazer ou da vitalidade. Expressões como "cinquentonadolescente" e "a velha senhora só vai ficar mocinha no cemitério" mostram que Rita rejeita o estigma do envelhecimento, celebrando a autonomia e a energia da mulher madura.
A letra traz trocadilhos e críticas bem-humoradas aos tabus sobre sexualidade e saúde feminina. O verso "chega de derramamento de sangue" faz referência ao fim da menstruação, que, segundo Rita em entrevistas, trouxe alívio após anos de desconforto. Ao brincar com "Menomale quando roça e esfrega" — misturando a expressão italiana "meno male" (ainda bem) com uma alusão à intimidade —, ela reforça que o desejo permanece vivo. Rita também ironiza métodos contraceptivos e soluções caseiras, como em "Tampax, tabelinha, ora pílulas, ora DIU" e "chega do creme de aveia da véia perereca da vizinha", criticando a pressão sobre o corpo feminino e as receitas populares. O refrão "Menopower pra quem foge às regras" resume o espírito da música: empoderamento, irreverência e a recusa em seguir padrões impostos pela sociedade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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