
Rapaz
Rita Lee
Sensualidade e liberdade feminina em “Rapaz” de Rita Lee
Em “Rapaz”, Rita Lee constrói uma fantasia ousada inspirada na icônica cena de strip-tease de Rita Hayworth em “Gilda”. A música explora a sensualidade e o jogo de papéis, com a artista assumindo diferentes identidades para agradar e provocar o parceiro, como nos versos “Serei sua escrava, sua dominatrix, sua namorada, sua bitch”. Essa alternância entre submissão e domínio, romantismo e provocação, destaca a liberdade e a irreverência com que Rita Lee aborda o desejo e os relacionamentos.
O contexto da censura sofrida pela música em 1988, especialmente pela frase original “de frente e de trás eu te amo cada vez mais”, mostra como Rita Lee desafiava tabus e questionava os limites impostos à expressão feminina da sexualidade. Ao mencionar “cenas calientes” e “crimes de amor”, a letra usa humor e provocação para tratar do prazer e da cumplicidade, sem medo de explorar o lado lúdico e transgressor do amor. A referência a fugir para o Tibete e ser “dois budas, dos cafundós do Judas” mistura exotismo, espiritualidade e irreverência, sugerindo que o amor e o desejo podem ser vividos sem regras, em qualquer lugar, desde que haja entrega e diversão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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