
Billy The Kid
Marty Robbins
A dualidade do mito em "Billy The Kid" de Marty Robbins
"Billy The Kid", de Marty Robbins, retrata a trajetória de um jovem comum que se transforma em um dos mais famosos fora-da-lei do Velho Oeste. A música destaca como a fama e a tragédia se entrelaçam nesse universo, mostrando Billy não apenas como criminoso, mas também como uma figura admirada. A letra o chama de "boy bandit king" (rei jovem dos bandidos), ressaltando o fascínio popular, especialmente das jovens mexicanas que cantam sobre ele. Essa abordagem reforça a dualidade entre sua notoriedade e o carisma que desperta nas pessoas ao seu redor.
A narrativa acompanha Billy desde sua juventude em Silver City, onde, segundo a canção, "aos doze anos ele matou seu primeiro homem", até sua morte pelas mãos do xerife Pat Garrett, que era seu amigo. Esse detalhe, baseado no folclore e em fatos históricos, intensifica o tom trágico da música, evidenciando a traição e o destino inevitável do fora-da-lei. A letra menciona que Billy matou "vinte e um homens", número que contribui para sua mitificação e sugere uma contagem quase ritualística de sua violência. No final, Robbins amplia o sentido da história ao alertar que muitos jovens, mesmo com "um rosto fino e justo" e "chance de ser correto", podem seguir o mesmo caminho, transformando a canção em um aviso sobre os perigos de se deixar seduzir pelo mito do bandido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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