
Doggone Cowboy
Marty Robbins
Solidão e liberdade no cotidiano de “Doggone Cowboy”
“Doggone Cowboy”, de Marty Robbins, retrata de forma clara a vida solitária e livre de um cowboy. Logo no início, o verso “I'm kin to the rovin' wind” (Sou parente do vento errante) mostra como o personagem se identifica com o vento, sempre em movimento e sem raízes. O refrão, ao repetir “I got no home, I got no wife / But I'll be a doggone cowboy all of my life” (Não tenho casa, não tenho esposa / Mas serei um cowboy danado por toda a minha vida), reforça que, apesar de sentir falta de companhia e estabilidade, ele aceita e até se orgulha de sua escolha solitária.
Lançada no álbum “Return of the Gunfighter” em 1963, a música homenageia o arquétipo do cowboy americano: resiliente, dedicado e em constante contato com a natureza. A letra descreve a rotina dura do cowboy, marcada por trabalho árduo, frio, calor e poucas recompensas, mas também por uma aceitação tranquila dessas dificuldades. O trecho sobre “a girl in a photograph” (uma garota em uma fotografia) revela um desejo por algo inalcançável, misturando isolamento e esperança. Assim, a canção valoriza a identidade do cowboy, destacando o equilíbrio entre sacrifício, liberdade e a conexão com a vastidão do campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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