
Me Faz Um Dengo/ Disritmia (part. Martinho da Vila)
Roberta Sá
Afeto e cura no samba em “Me Faz Um Dengo/ Disritmia”
A união de “Me Faz Um Dengo” e “Disritmia”, interpretadas por Roberta Sá com participação de Martinho da Vila, mostra como o carinho e o desejo funcionam como refúgio e cura para as inquietações do dia a dia. O trecho “me faz um dengo, me faz um chamego, me tira o sossego, me faz cafuné” expressa de forma clara a busca pelo afeto físico e emocional, mostrando que o contato íntimo é visto como fundamental para o bem-estar. A frase “me faz bem homem que eu te faço bem mulher” destaca a reciprocidade e a entrega mútua, ressaltando o prazer e a cumplicidade presentes na relação.
Em “Disritmia”, Martinho da Vila usa metáforas para falar da necessidade de cura emocional pelo amor. Versos como “preciso transfundir teu sangue pro meu coração, que é tão vagabundo” e “me deixa te trazer num dengo pra num cafuné fazer os meus apelos” mostram o desejo de renovação e equilíbrio afetivo através do outro. O termo “disritmia” faz referência à descompensação do coração, e a letra sugere que só o carinho e a presença da pessoa amada podem restaurar esse ritmo. A repetição de “vem logo, vem curar teu nego que chegou de porre lá da boemia” traz leveza e humor, mas também revela a vulnerabilidade de quem busca no amor o alívio para as dores e excessos da vida. As interpretações de Roberta Sá e Martinho da Vila reforçam que o samba pode ser um espaço de acolhimento, intimidade e renovação afetiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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