
O Trem Fantasma
Robertinho de Recife
Viagem interior e mistério em “O Trem Fantasma” de Robertinho de Recife
"O Trem Fantasma", de Robertinho de Recife, utiliza a imagem de uma viagem de trem para explorar uma jornada interna marcada por incertezas e impulsos. O verso “Deixo o vento carregar e não olho para trás” mostra uma entrega ao desconhecido, enquanto a ideia de não saber a origem ou o destino do trem reforça o clima de mistério e desapego. Esse tom é típico da colaboração entre Robertinho de Recife e Fausto Nilo, criando uma atmosfera em que o tempo e a razão perdem importância, como em “Deixo o tempo ultrapassar meu relógio japonês”.
A letra também traz elementos oníricos e animais simbólicos, como o cão, o gato e o rato, que podem representar desejos, medos ou tentações. O trecho “Não resisti a tentação / Um violento furacão / Eu quero a fera que me quer” destaca a entrega a paixões e impulsos, mesmo que isso pareça insensato para os outros, como em “Todo mundo diz que eu fiquei louco e me perdi”. Assim, o trem fantasma funciona tanto como uma viagem literal quanto como metáfora para a busca de sentido, liberdade ou autoconhecimento, marcada por escolhas ousadas e pelo abandono das certezas convencionais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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