
Progreso
Roberto Carlos
Reflexão sobre ética e natureza em “Progreso” de Roberto Carlos
Em “Progreso”, Roberto Carlos propõe uma reflexão sobre o verdadeiro significado do avanço humano. O verso “Yo quisiera ser civilizado como los animales” (“Eu gostaria de ser civilizado como os animais”) inverte a lógica tradicional, sugerindo que os animais, muitas vezes considerados inferiores, vivem em maior harmonia com a natureza do que os próprios seres humanos. A letra destaca exemplos concretos de destruição ambiental, como “manchas de aceite en los mares” (“manchas de óleo nos mares”) e “ballenas desapareciendo por falta de escrúpulos comerciales” (“baleias desaparecendo por falta de escrúpulos comerciais”), para criticar o progresso desenfreado e sem responsabilidade ética.
Além da questão ambiental, a música aborda a violência e a hipocrisia social, especialmente ao mencionar o “comercio de armas de guerra, de muertes viviendo” (“comércio de armas de guerra, vivendo da morte”). Roberto Carlos deixa claro que não é contra o progresso em si, mas questiona a ausência de consenso e ética nas decisões que impactam a sociedade, como expressa em “Yo no estoy contra el progreso si existiera un buen consenso” (“Eu não sou contra o progresso se existisse um bom consenso”). O tom crítico e reflexivo da canção transforma “Progreso” em um apelo por consciência ambiental e social, defendendo que o verdadeiro avanço está em aprender com a simplicidade e o equilíbrio dos animais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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