
O Moço Velho
Roberto Carlos
Reflexão sobre tempo e esperança em “O Moço Velho”
"O Moço Velho", de Roberto Carlos, propõe uma reflexão sobre como a idade não determina, por si só, a essência de uma pessoa. A música brinca com a dualidade entre ser "moço velho" e "velho moço", mostrando que maturidade e juventude podem coexistir. Trechos como “um livro aberto sem histórias” e “um porto amigo sem navios” ilustram a sensação de que, mesmo com uma longa trajetória, ainda existem espaços a serem preenchidos e experiências a serem vividas.
A colaboração entre Sylvio César e Roberto Carlos traz um tom introspectivo e sereno à canção. A repetição dos versos “Eu sou alguém livre / Não sou escravo e nunca fui senhor / Eu simplesmente sou um homem / Que ainda crê no amor” reforça a ideia de humildade e esperança diante do tempo. A música destaca que, apesar das marcas e desafios da vida, é possível manter a fé em sentimentos verdadeiros e renovadores. Assim, "O Moço Velho" se apresenta como uma mensagem de autoconhecimento, aceitação e busca contínua por sentido, mostrando que a esperança e a capacidade de amar permanecem vivas independentemente da idade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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