
Coisa Bonita
Roberto Carlos
Celebrando a autoestima e a beleza plural em “Coisa Bonita”
Em “Coisa Bonita”, Roberto Carlos aborda de forma direta e bem-humorada os padrões de beleza impostos às mulheres, especialmente a ideia de que apenas a magreza é sinônimo de formosura. Ao dizer “Quem foi que disse que tem que ser magra pra ser formosa?”, ele questiona abertamente essa convenção social e valoriza as curvas e a sensualidade das mulheres acima do peso. O tom carinhoso da letra, presente em frases como “Amo você assim e não sei porque tanto sacrifício” e “um quilinho a mais não é antiestético”, reforça uma mensagem de aceitação e admiração genuína, sem julgamentos ou cobranças.
A canção também faz uma conexão histórica ao citar “mestres da arte” que retratavam “o charme de uma gordinha em sua pintura”, mostrando que a beleza sempre foi plural e que os padrões mudam com o tempo. O verso “Eu não sou massagista e não entendo nada de estética, mas a nossa ginástica é mais gostosa e menos atlética” traz um tom descontraído e sugere, com duplo sentido, que a intimidade e o prazer do casal são mais importantes do que a busca por um corpo perfeito. Assim, “Coisa Bonita” se destaca como uma homenagem afetuosa à autoestima e à diversidade de corpos, transmitindo uma mensagem positiva sobre amor-próprio e aceitação.



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