
Todos Os Meus Rumos
Roberto Carlos
“Todos Os Meus Rumos”: quando toda escolha volta ao amor
Composta por Fred Jorge e gravada por Roberto Carlos em 1978, “Todos Os Meus Rumos” fala da dificuldade de romper um vínculo que insiste em permanecer no cotidiano. A ideia de “rumo” vira um eixo emocional: por mais que ele tente seguir adiante, tudo o reconduz ao mesmo lugar. O refrão “Todos os meus rumos atravessam seu caminho” admite duas leituras complementares: “rumos” como escolhas que falham diante do afeto e como destino que o puxa de volta. Após a intimidade — “depois de cada vez que nos amamos” — ele ensaia a ruptura, mas o impacto do olhar dela desmonta as “frases preparadas” e o cala.
A letra encadeia sinais de ferida aberta e presença persistente: a “sombra em meu sorriso”, o abalo ao ouvir a voz, a tentativa de “sair a procurar” outro amor. Nada funciona: ele encontra “um pouco de você em cada beijo” e um “mundo de saudade” no olhar, confirmando uma dependência afetiva serena e melancólica. A interpretação contida de Roberto Carlos, somada aos arranjos de Jimmy Wisner e à gravação em Los Angeles e no estúdio CBS “B” em Nova Iorque, amplia a atmosfera íntima da canção. Mesmo quando ele tenta ir longe, cada gesto, memória e desejo retomam o trajeto ao mesmo abraço — exatamente como anunciou o refrão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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