
Seres Humanos
Roberto Carlos
Reflexão sobre culpa e esperança em "Seres Humanos"
A música "Seres Humanos", de Roberto Carlos, questiona a ideia de que a humanidade é naturalmente culpada por todos os problemas do mundo, desafiando conceitos como o pecado original. Ao dizer “Que negócio é esse de que somos culpados / De tudo que há de errado sobre a face da Terra”, o artista propõe uma reflexão sobre responsabilidade coletiva, mas sem adotar um tom pessimista. O contexto da composição, marcado pelo luto de Roberto Carlos e uma possível reavaliação de sua fé, traz um olhar autocrítico, porém acolhedor, sugerindo que a busca por sentido e felicidade é legítima para todos.
A letra destaca as conquistas humanas, como o avião, o computador e a engenharia genética, mostrando que, apesar das falhas, a humanidade é capaz de grandes avanços. Ao citar diferentes religiões e crenças — “Católicos, judeus, espíritas e ateus / Somos maravilhosos / Afinal somos filhos de Deus” —, a canção valoriza a diversidade e a busca comum por apoio espiritual, sem exclusão. O refrão “Não somos perfeitos / Ainda” traz uma mensagem de esperança e progresso, enquanto o pedido por “verdade” reforça o desejo de honestidade e autoconhecimento. Assim, "Seres Humanos" transmite empatia, reconhece imperfeições e celebra conquistas, defendendo que a maioria das pessoas busca o bem e que a transformação do mundo é possível.



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