
Boate Azul
Roberto e Meirinho
Solidão e desilusão amorosa em “Boate Azul”
“Boate Azul”, de Roberto e Meirinho, retrata de forma direta o impacto da desilusão amorosa e a busca frustrada por alívio na vida noturna. Inspirada em um episódio real na boate Blue Night, em Apucarana, a música mostra um personagem que tenta esquecer um amor perdido através da bebida e da companhia passageira de uma "flor da noite". O verso “A dor do amor é com outro amor que a gente cura” revela a crença de que um novo relacionamento pode apagar o sofrimento anterior, mas a narrativa deixa claro que essa tentativa é ilusória: ao final da noite, o vazio permanece.
A boate funciona como símbolo de fuga e esquecimento, mas também de encontros superficiais e solidão. Quando o dia amanhece, o personagem percebe que está sozinho, sem rumo e sem sequer lembrar o nome da mulher que esteve com ele: “Eu bebi demais e não consigo me lembrar sequer / Qual era o nome daquela mulher”. Esse esquecimento destaca a superficialidade das relações e a incapacidade de preencher o vazio deixado pelo amor perdido. O tom melancólico e a repetição do cenário da “boate azul” reforçam a sensação de ciclo e de busca incessante por algo que nunca se realiza, tornando a canção um retrato honesto do desamparo emocional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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