
Coronel Antônio Bento
Roberto e Meirinho
Tradição e modernidade em "Coronel Antônio Bento"
A música "Coronel Antônio Bento", interpretada por Roberto e Meirinho, aborda de forma bem-humorada o choque entre tradição e modernidade no interior do Brasil. O coronel, ao escolher Bené Nunes, um pianista do Rio de Janeiro, para animar o casamento de sua filha Juliana, em vez de um sanfoneiro típico, simboliza a chegada de influências urbanas à pequena Bodocó. Esse gesto representa a substituição dos ritmos tradicionais, como xote e baião, por novidades vindas da cidade grande, incluindo o piano e até o rock'n'roll, que surpreendem e animam os moradores locais.
A letra destaca as reações dos personagens diante dessa mudança, mostrando que até o noivo, Zé Macaxera, acaba se rendendo ao novo ritmo e dançando animadamente. O verso “Foi aí que eu vi que no sertão também tem os matuto transviado” brinca com a ideia de que até os mais tradicionais podem se deixar levar pelas novidades, evidenciando que a cultura rural também está sujeita a transformações. O tom leve e descontraído da narrativa reforça o contraste entre tradição e novidade, mostrando como a festa quase "virou" diante da mistura de influências, sem fazer julgamentos, apenas retratando a adaptação e o impacto dessas mudanças.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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