Marina Campanere
Roberto Mauro Arroque
Tradição e memória em “Marina Campanere” de Roberto Mauro Arroque
A música “Marina Campanere”, de Roberto Mauro Arroque, retrata com sensibilidade o papel de Marina como guardiã de uma tradição comunitária: tocar os sinos da igreja ao amanhecer. O ato de “chamare l’ongo a la vita” (chamar o povo para a vida) vai além de uma rotina religiosa, simbolizando o despertar espiritual e a união da comunidade, especialmente entre descendentes de italianos no Brasil. O som dos sinos, repetido no “din, din, don”, funciona como um elo entre a terra natal e o coração das pessoas, reforçando a importância da fé e do senso de coletividade.
A letra traz detalhes como “coi rechini d’argento e cavei fati a drezza” (brincos de prata e cabelos em trança) e “col hábito bianco” (com hábito branco), que ressaltam a pureza, simplicidade e devoção de Marina, qualidades valorizadas nas tradições dos imigrantes italianos. O verso “piú bianco el suo cuore de quel que vestia” (seu coração mais branco do que o que vestia) destaca uma bondade e inocência que vão além da aparência. Assim, a canção celebra não só a religiosidade, mas também a preservação de costumes e valores familiares, transmitindo um sentimento de pertencimento e respeito às raízes culturais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Roberto Mauro Arroque e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: