
Todo Menino É Um Rei
Roberto Ribeiro
Infância e amadurecimento em “Todo Menino É Um Rei”
Em “Todo Menino É Um Rei”, Roberto Ribeiro interpreta uma letra que reflete sobre a passagem da infância para a vida adulta, destacando a perda da inocência e dos sonhos. O verso repetido “Todo menino é um rei / Eu também já fui rei / Mas quá! / Despertei” mostra de forma clara a desilusão que acompanha o amadurecimento. A expressão “Mas quá!” — uma interjeição popular que indica surpresa ou decepção — reforça o contraste entre as expectativas idealizadas da infância e a realidade que se impõe com o tempo.
A canção traz uma forte carga de nostalgia, especialmente nos versos “No reino do amanhã / Na deusa do amor maior / Nas caminhadas sem pedras / No rumo sem ter um nó”, que retratam o olhar infantil para um futuro sem obstáculos. Composta por Nelson Rufino e Zé Luiz do Império, a música ganhou força na voz de Roberto Ribeiro e se tornou um símbolo da universalidade desse sentimento: crescer é perceber que muitos sonhos não se realizam, como diz o trecho “Menino sonha com coisas / Que a gente cresce e não vê jamais”. Ao usar a metáfora do “rei”, a letra simboliza o poder e a esperança da infância, contrapondo-os à frustração do adulto que desperta para a realidade. Assim, “Todo Menino É Um Rei” permanece atual ao abordar de forma sensível a fragilidade dos sonhos e o valor das lembranças da infância.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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