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Um Matuto Em Nova York

Roberto Trevisan

Letra

    (Esse é o forró do Trevisan)
    (Diretamente de Nova York City pro mundo)

    Sou um matuto, mas sou um matuto de luxo
    Me encontrei com George Bush
    Num congresso em Nova York
    Lá, precisei de levantar uma grana
    Me entrosei com uma dona
    Pra cantar num show de rock
    Imagine quem foi me prestigiar
    Dominguinhos chegou lá
    Para cantar um xodó
    Os americanos esqueceram a tal da guerra
    No suingue pé-de-serra
    Admitiram o forró
    Os americanos esqueceram a tal da guerra
    No swingue pé-de-serra admitiram o forró

    (Simbora)

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    Sou um matuto que falo inglês fluente
    Mas prefiro meu oxente
    Com ponto de exclamação
    Represento nossa cultura raiz
    É assim que sou feliz
    Pisando firme no chão
    Não se admire se eu for lá em Miami
    E trouxer uma madame
    Para a missa do vaqueiro
    Dançar forró até o sangue ferver
    E ela nunca esquecer
    Do matuto brasileiro
    Dançar forró até o sangue ferver
    E ela nunca esquecer
    Do matuto brasileiro

    (Segura)

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    (Segura, sanfoneiro, esse é o matuto de Nova York City)

    Sou um matuto, mas sou um matuto de luxo
    Me encontrei com George Bush
    Num congresso em Nova York
    Lá, precisei de levantar uma grana
    Me entrosei com uma dona
    Pra cantar num show de rock
    Imagine quem foi me prestigiar
    Dominguinhos chegou lá
    Para cantar um xodó
    Os americanos esqueceram a tal da guerra
    No suingue pé-de-serra
    Admitiram o forró
    Os americanos esqueceram a tal da guerra
    No suingue pé-de-serra admitiram o forró

    (Segura)

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    Sou um matuto que falo inglês fluente
    Mas prefiro meu oxente
    Com ponto de exclamação
    Represento nossa cultura raiz
    É assim que sou feliz
    Pisando firme no chão
    Não se admire se eu for lá em Miami
    E trouxer uma madame
    Para a missa do vaqueiro
    Dançar forró até o sangue ferver
    E ela nunca esquecer
    Do matuto brasileiro
    Dançar forró até o sangue ferver
    E ela nunca esquecer
    Do matuto brasileiro

    (Simbora)

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    Nosso forró pé-de-serra
    Hoje é coisa de bacana
    Sou um matuto latino
    Forrozeiro nordestino
    Na colônia americana

    (Segura, seu sanfoneiro nosso grande Marcos Farias)

    Composição: Genival Lacerda, Joao Caetano. Essa informação está errada? Nos avise.

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