As Casas Brancas
Robson Paines
Memória e saudade no campo em “As Casas Brancas”
A música “As Casas Brancas”, de Robson Paines, explora como antigas casas rurais guardam memórias e histórias, mesmo quando parecem esquecidas. O verso “mantêm esperas por quem já não vêem / de porta aberta como se o tempo / por contra tempo não viesse também” mostra que essas casas permanecem abertas, como se aguardassem o retorno de pessoas e momentos que já passaram. Isso reforça o sentimento de saudade e destaca a passagem do tempo.
A canção traz um tom nostálgico ao descrever elementos do ambiente rural, como “emolduradas de ciprestes e parreiras” e “um fogo miúdo acesso no galpão”, evocando a simplicidade e as tradições do campo. A letra sugere que, mesmo com a solidão e o silêncio do presente, as “almas” de quem viveu ali ainda rondam os quintais, mantendo vivas as “histórias, lutas e glórias” do passado. O refrão destaca que essas casas não apenas testemunharam o que já aconteceu, mas também inspiram o futuro, pois “o amanhã desperta” a partir das lembranças preservadas. Assim, a música valoriza a importância da memória e da herança cultural representadas por essas casas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Robson Paines e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: