
Era uma vez
Rock de Galpão
A Lenda do Negrinho do Pastoreio em 'Era uma vez' de Rock de Galpão
A música 'Era uma vez' da banda Rock de Galpão é uma releitura moderna de uma das lendas mais conhecidas do folclore gaúcho: a história do Negrinho do Pastoreio. A letra começa com a introdução de dois personagens principais: um potrinho baio e um negrinho. O potrinho cresce e se torna um potro, enquanto o negrinho permanece pequeno e solitário, simbolizando a desigualdade e a solidão que muitas vezes acompanham os marginalizados na sociedade.
A narrativa avança para uma corrida, onde o negrinho é o corredor e o potro baio tropeça, transformando libras de ouro em pó. Este evento pode ser interpretado como uma metáfora para as oportunidades perdidas e as injustiças enfrentadas pelos menos favorecidos. A menção de acender velas e deixar fumo em rama para o Negrinho do Pastoreio é uma referência direta à tradição de pedir ajuda ao espírito do negrinho, que, segundo a lenda, ajuda a encontrar objetos perdidos.
A repetição do refrão, com o cavalo de assombração galopando na escuridão, cria uma atmosfera mística e assombrosa, reforçando a ideia de que o Negrinho do Pastoreio é uma figura sobrenatural que continua a galopar pelas noites escuras. A música, com sua melodia envolvente e letra poética, não só preserva uma parte importante da cultura gaúcha, mas também traz à tona temas universais de injustiça, solidão e esperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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