
Capricórnio
Rodrigo Alarcon
Humor e autocrítica sobre astrologia em “Capricórnio”
Em “Capricórnio”, Rodrigo Alarcon faz uma sátira bem-humorada aos estereótipos associados ao signo de Capricórnio, especialmente a ideia de que pessoas desse signo são racionais e difíceis. No trecho “Eu sei, eu insisto nisso / De querer sempre achar a razão”, ele brinca com a fama de buscar lógica e controle, mas adota um tom leve, mostrando que não leva essas generalizações a sério. Ao mencionar o ascendente em Escorpião, outro signo cercado de estigmas, Alarcon amplia a ironia e reforça o humor ao relatar as reações exageradas das pessoas: “Por que é que toda vez que eu digo / Eu escuto um: Eita, ah” e “Vish!”.
A letra também ironiza a tendência de culpar o mapa astral por traços de personalidade e dificuldades emocionais, como em “E isso é culpa do zodíaco no meu mapa astral”. O verso “A culpa é dos meus pais / Que em março resolveram descuidar / E eu nasci dia 26 / Nessa maldita hora e lugar” leva a brincadeira ao extremo, atribuindo até o nascimento ao acaso e aos pais. No final, Alarcon questiona se realmente há algo errado em ser capricorniano, mostrando uma aceitação divertida das próprias características e das reações dos outros. Assim, a música faz uma crítica leve à obsessão com astrologia e aos rótulos impostos por ela, usando o bom humor e a autodepreciação como ferramentas principais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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