
Passageiro
Rodrigo Alarcon
Reflexões sobre controle e vulnerabilidade em "Passageiro"
Em "Passageiro", Rodrigo Alarcon aborda a sensação de não ter controle total sobre a própria vida, comparando a existência a um roteiro imprevisível. O verso “Eu sou passageiro e o meu roteiro é um drama sem fim, uma comédia ou algo assim” expressa essa ideia de transitoriedade e incerteza, refletindo as dificuldades do crescimento e a influência das opiniões externas, temas que o próprio Alarcon já destacou como inspirações para a música. A sensação de vulnerabilidade aparece quando o narrador se sente "tonto" e "perde o ponto" diante dos desafios, mostrando que nem sempre é possível reagir da melhor forma ou controlar o próprio destino.
A música também traz questionamentos sobre justiça e integridade, como nos versos “Quantas vezes o mundo me tirou o doce da mão, sorrindo?” e “Quantas vezes, mesmo sujo, eu acabei jogando limpo?”. Essas perguntas revelam a luta para manter a honestidade mesmo em situações adversas. O trecho “Quem lê, vai rir ou vai chorar, não cabe a mim” reforça a ideia de que a interpretação das nossas ações está muitas vezes nas mãos dos outros, alinhando-se à visão de Alarcon de que os julgamentos alheios dizem mais sobre quem julga do que sobre quem é julgado. Assim, "Passageiro" equilibra melancolia e leveza ao reconhecer tanto o peso das dificuldades quanto a subjetividade das experiências humanas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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