
Piquete
Rodrigo Alarcon
Intimidade e entrega no cotidiano em “Piquete” de Rodrigo Alarcon
Em “Piquete”, Rodrigo Alarcon utiliza imagens como “quero dobrar um mapa por nossas fronteiras frente à frente” para expressar o desejo de eliminar distâncias e criar um espaço íntimo entre dois amantes. A palavra “piquete”, usada para descrever a porta de casa e a calçada, remete a um ambiente acolhedor e reservado, sugerindo um lugar seguro para o encontro e a entrega emocional. Essa atmosfera reflete a intenção do artista de transmitir uma experiência de conexão profunda, especialmente marcada pelo contexto de isolamento social durante a pandemia, como ele mesmo relatou em entrevistas sobre o processo de criação da música.
A letra aborda a vulnerabilidade de quem se permite amar, como no trecho “meus lábios confusos, perdidos, marcados por outras histórias, pedem seu gozo”. Alarcon reconhece as marcas do passado, mas demonstra o desejo de viver o presente de forma plena, oferecendo-se como um “banquete” – uma metáfora para a entrega total ao outro. A repetição de “abre essa porta, eu tô aqui” reforça a disposição para o encontro e a coragem de se mostrar disponível, superando inseguranças. Já o verso “vim pro interior, bem devagar, pra saber até onde eu posso ir” pode ser interpretado tanto como um retorno ao interior quanto como um mergulho no próprio íntimo, em busca de autoconhecimento e dos limites do sentimento. Assim, “Piquete” se apresenta como um convite ao amor sincero, celebrando a entrega e a presença nos pequenos gestos do dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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