
Súplica À Humanidade (Um Pelo Outro)
Rodrigo Alarcon
Empatia e esperança em "Súplica À Humanidade (Um Pelo Outro)"
"Súplica À Humanidade (Um Pelo Outro)", de Rodrigo Alarcon, aborda o medo coletivo em relação ao futuro e a insegurança do presente, especialmente quando "existir ainda é tão perigoso". A música critica a superficialidade das opiniões na sociedade, como no verso "Dessa gente que sabe de tudo / E não sabe é de nada", apontando para a falta de empatia e compreensão real entre as pessoas. O passado, descrito como algo que "funga o cangote" e "tem cheiro de sangue", representa traumas e violências históricas que continuam a impactar o presente, dificultando o avanço enquanto essas feridas não são enfrentadas.
A canção faz um apelo direto à empatia e à solidariedade, questionando: "Por que te custa a humanidade?" e afirmando que dignidade não deveria depender de "cor, credo, classe, sexo, idade". Rodrigo Alarcon denuncia a desumanização ao tratar vidas como números ou categorias, criticando a tendência de quantificar a existência. O cansaço coletivo, expresso em "Eu to cansado / Você ta cansado / A gente ta cansado", reforça a necessidade de dividir o peso das dificuldades e buscar uma convivência mais justa. O convite final, "Vamos virar o jogo / Um pelo outro", resume a esperança de transformação social baseada no cuidado mútuo, mostrando que ainda é possível mudar se houver vontade de compartilhar e acolher.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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