
Peão Centenário
Rodrigo Mattos e Praiano
Tradição e memória sertaneja em "Peão Centenário"
"Peão Centenário", de Rodrigo Mattos e Praiano, destaca a figura do peão boiadeiro como símbolo de resistência e orgulho na cultura sertaneja. A música transforma memórias pessoais em um tributo coletivo à profissão, especialmente ao abordar o declínio dessa tradição. No verso “Fui um professor na velha faculdade / Dessa profissão que se cobriu de luto”, o narrador expressa sua experiência e lamenta a perda de relevância do ofício, mostrando que a tradição do boiadeiro sobrevive principalmente na lembrança e na música.
A canção utiliza imagens marcantes do cotidiano rural, como em “a poeira vermelha e o Sol ardente / Me acompanharam no belo cenário”, para reforçar a ligação afetiva com o campo e as dificuldades enfrentadas, vistas como parte do legado de conquistas. Referências a lugares como Barretos e elementos típicos das comitivas, como “cachaça, jabá e farinha” para a “queima do alho”, situam a narrativa em um universo autêntico do interior brasileiro. O narrador, já idoso e afastado da lida, sente orgulho e saudade ao lembrar das festas de peão e rodeios, agora como espectador. Ao afirmar “Sou você, sou a sua memória / Sou peão centenário / Sou caboclo, sou parte da história”, a música reforça o sentimento de pertencimento e a importância de manter viva a memória dos boiadeiros, celebrando-os como parte essencial da identidade nacional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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