
Yemanjá
Rogê
A Magia e a Saudade em 'Yemanjá' de Rogê
A música 'Yemanjá' de Rogê é uma ode à deusa do mar na mitologia afro-brasileira, Yemanjá, que é frequentemente associada ao amor, à maternidade e à proteção. A letra começa com a afirmação de que o amor é feiticeiro, sugerindo que ele tem o poder de transformar e iluminar até mesmo as noites mais escuras. A menção ao dia dois de fevereiro, data em que se celebra Yemanjá em várias partes do Brasil, indica um momento de despedida e saudade, pois a amada foi embora para não mais voltar.
A repetição da frase 'Perdido no horizonte, mora luz do meu olhar' sugere uma busca incessante por algo ou alguém que se foi, mas que ainda ilumina a vida do eu lírico. A fonte onde o amor bebeu pode ser interpretada como a própria Yemanjá, que é uma figura de grande importância e reverência. A deusa é vista como um refúgio e uma fonte de amor e proteção, mas também como um mistério, algo que se esconde e que é difícil de alcançar.
O refrão 'Odoyá, Janaína Yemanjá' é uma saudação tradicional à deusa, reforçando a conexão espiritual e cultural que permeia a música. Rogê utiliza a figura de Yemanjá para explorar temas de amor, perda e busca espiritual, criando uma canção que é ao mesmo tempo pessoal e universal. A música é uma celebração da cultura afro-brasileira e uma reflexão sobre a força e a magia do amor, mesmo em tempos de ausência e saudade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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