
Dedo, Língua, Cu e Boceta
Rogério Skylab
Provocação e crítica social em “Dedo, Língua, Cu e Boceta”
Em “Dedo, Língua, Cu e Boceta”, Rogério Skylab utiliza a repetição insistente das palavras do título como uma forma de desafiar abertamente os tabus sociais ligados ao sexo e ao corpo. Longe de ser apenas uma provocação gratuita, essa escolha transforma o que seria considerado vulgar em um mantra, obrigando o ouvinte a confrontar temas normalmente evitados ou censurados no espaço público. Skylab faz do explícito uma ferramenta para expor o desconforto coletivo diante da sexualidade, questionando o porquê de tanto constrangimento e censura.
O humor negro e a irreverência, características marcantes do artista, aparecem para desarmar o constrangimento e evidenciar a hipocrisia em torno da moralidade sexual. A ausência de uma narrativa tradicional e o uso de frases como “boceta vezes dedos, noves fora cu” — que brinca com lógica matemática de forma absurda — reforçam o tom de deboche e a crítica à necessidade de escândalo. Skylab transforma a simplicidade e a repetição em arte, usando o choque para questionar os limites do aceitável e do proibido na cultura brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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