
Cabecinha (part. MC Gorila)
Rogério Skylab
Provocação e irreverência em “Cabecinha (part. MC Gorila)”
“Cabecinha (part. MC Gorila)”, de Rogério Skylab, é marcada pelo uso explícito de linguagem sexual e escatológica, uma característica central da chamada “Trilogia do Cu” do artista. A participação de MC Gorila, nome importante do funk carioca, reforça o tom provocativo e direto da música, unindo o experimentalismo de Skylab à crueza típica do funk. O termo “cabecinha” é usado com duplo sentido: pode se referir tanto à cabeça de uma pessoa quanto, em gíria, à glande do pênis, o que intensifica o teor sexual da letra. Trechos como “no cabaço dessa cabecinha” e “no buraco dessa cabecinha” ampliam essa ambiguidade, sugerindo tanto a ideia de penetração quanto uma abordagem irreverente dos limites do corpo e do desejo.
A sequência “cheia de ar / miolo e sangue / sujou meu pau / foi de cocô” leva a música para um campo ainda mais escatológico, rompendo tabus e desafiando convenções sociais sobre o que pode ser dito ou cantado. O verso “tá bem fudido / inferno e céu / relampejando / o que caberá?” mistura prazer, sofrimento e caos, evocando sensações extremas e contraditórias. Skylab e MC Gorila usam o choque e o humor ácido para questionar normas morais e provocar desconforto, mantendo a tradição de Skylab de abordar temas considerados proibidos de forma aberta e sem pudores.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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