
Eu Durmo Pouco Pra Ficar Com Sono
Rogério Skylab
Alienação urbana e exaustão em “Eu Durmo Pouco Pra Ficar Com Sono”
Em “Eu Durmo Pouco Pra Ficar Com Sono”, Rogério Skylab explora a privação de sono como uma escolha consciente, transformando o cansaço em uma forma de lidar com a realidade. A frase repetida “Eu durmo pouco pra...” mostra que o sono, ou a falta dele, funciona como um mecanismo de defesa diante do caos da vida urbana. Skylab usa essa exaustão para ilustrar a alienação e o distanciamento emocional típicos das grandes cidades, como fica claro nos versos “Feito um zumbi no centro da cidade” e “A rua cheia de atropelados”. Essas imagens reforçam a sensação de estranhamento e desconexão com o cotidiano.
O contexto do álbum “O Rei do Cu” e a trajetória provocativa de Skylab ampliam o tom absurdo e desconfortável da música, que mistura elementos surreais e cotidianos. Versos como “amortecido no meio da rua” e “como um faquir em posição de lótus” criam um contraste entre passividade e perigo, espiritualidade e mundanidade. O verso final, “O dia é escuro e a noite clara”, resume a inversão de expectativas e o sentimento de deslocamento causados pela insônia e pela alienação. Skylab utiliza o absurdo para provocar reflexão sobre o impacto da vida urbana na saúde mental e na percepção da realidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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