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La balada de Luther King

Rolando Alárcon

Letra

A balada de Luther King

La balada de Luther King

Na sombra da terra, ele nos vigiaEn la sombra de la tierra nos vigila
Luther King com seu peito assassinado.Luther King con su pecho asesinado.
Suas mãos não se estendem mais à sua raça,Ya sus manos no se tienden a su raza,
sua boca não grita mais por paz.ya su boca no grita por la paz.

Em suas mãos ficou a primaveraEn sus manos se quedó la primavera
de uma raça humilhada e ofendida.de una raza humillada y ofendida.
E o sangue que jorrava de sua feridaY la sangre que arrancaba de su herida
manchou o rosto dessa triste humanidade.manchó el rostro de esta triste humanidad.

Os senhores que fabricam tantas guerrasLos señores que fabrican tantas guerras
estarão de novo nos festins,estarán otra vez en los festines,
cantando outro hino que criaram,entonando otro himno que crearon,
que é de morte, traição e dor.que es de muerte, de traición y de dolor.

Luther King contava a seus irmãosLuther King le contaba a sus hermanos
sobre seus sonhos de esperança e igualdade,de sus sueños de esperanzas e igualdad,
que nas colinas vermelhas da sua Georgiaque en las rojas colinas de su Georgia
um dia chegaria a irmandade.algún día llegaría la hermandad.

E chegou a triste hora do silêncio,Y llegó la triste hora del silencio,
hora triste dos povos sem amor,hora triste de los pueblos sin amor,
e sua voz que pelo vento ia cantandoy su voz que por el viento iba cantando
é assassinada à luz de uma traição.la asesinan a luz de una traición.


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