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Viva La Quinta Brigada (Ay, Carmela)

Rolando Alárcon

Resistência e solidariedade em "Viva La Quinta Brigada (Ay, Carmela)"

"Viva La Quinta Brigada (Ay, Carmela)", interpretada por Rolando Alárcon, destaca a Quinta Brigada como símbolo do internacionalismo e da luta contra o fascismo durante a Guerra Civil Espanhola. A canção homenageia os voluntários estrangeiros que se uniram para combater o regime de Franco, ressaltando a importância da solidariedade entre povos. O refrão "Ay, Carmela" funciona como um grito coletivo de coragem, reforçando o espírito de união e resistência diante das adversidades, especialmente contra as forças nacionalistas e as tropas marroquinas, chamadas de "moros" na letra, termo que remete aos mercenários recrutados pelo franquismo.

A música faz referência a episódios marcantes, como a travessia do rio Ebro pelo exército republicano, um dos momentos mais simbólicos da guerra. Ao mencionar "no tenemos días lunes / ni tenemos días martes / con los tanques y granadas" (não temos segundas-feiras / nem temos terças-feiras / com os tanques e granadas), a letra mostra que a luta era diária e sem descanso, evidenciando o sacrifício dos combatentes. Ao escolher interpretar essa canção, Rolando Alárcon reafirma seu compromisso com causas sociais e antifascistas, conectando a resistência espanhola à militância latino-americana e à tradição da Nueva Canción Chilena, que buscava dar voz aos oprimidos e celebrar a resistência popular.

Composição: Popular Española. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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