
Acorda Maria Bonita
Rolando Boldrin
Cotidiano e resistência em "Acorda Maria Bonita"
A música "Acorda Maria Bonita", interpretada por Rolando Boldrin, retrata o cotidiano e a tensão vividos pelos cangaceiros no sertão nordestino, com destaque para a figura de Maria Bonita. O verso “Acorda Maria Bonita / Levanta vai fazer o café / Que o dia já vem raiando / E a polícia já está de pé” mostra não só a rotina do grupo, mas também o clima de alerta constante diante da perseguição policial. O chamado para acordar é, ao mesmo tempo, um lembrete da necessidade de vigilância e sobrevivência em um ambiente hostil.
Na segunda estrofe, a música aborda o sofrimento causado pela separação e pelo perigo: “Se eu soubesse que chorando / Empato a tua viagem / Meus olhos eram dois rios / Que não te davam passagem”. O choro aqui simboliza a tentativa de impedir a partida de alguém querido, expressando a dor e a saudade presentes na vida dos cangaceiros e de suas companheiras. Nos versos finais, a canção valoriza a mulher nordestina, especialmente Maria Bonita, ao destacar sua beleza e força: “Cabelos pretos anelados / Olhos castanhos delicados”. Assim, a música une elementos de resistência, amor e memória, celebrando a importância de Maria Bonita e do sertão brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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