
Eu, a Viola e Deus
Rolando Boldrin
Solidão e fé em "Eu, a Viola e Deus" de Rolando Boldrin
"Eu, a Viola e Deus", de Rolando Boldrin, explora a solidão do violeiro como uma escolha de vida, não apenas como lamento. A música reflete a busca por sentido e pertencimento por meio da música e da fé, elementos centrais na trajetória do artista. O título, que também batiza a autobiografia de Boldrin, destaca a importância dessa tríade – o próprio artista, seu instrumento e Deus – como base de sua identidade e de sua relação com o mundo.
A letra descreve o caminhar solitário pelo sertão, enfrentando desafios, como "as pedras do caminho", e mantendo a esperança de encontrar um amor idealizado nas "velhas toadas canções". Essa referência à tradição oral e à cultura caipira reforça o vínculo de Boldrin com suas raízes. Imagens recorrentes, como o passarinho que canta na partida e a poeira do estradão, sugerem um ciclo constante de partidas e chegadas, onde saudade e dor se misturam à perseverança. O verso “E nas palmas da mão e do pé, os catiras de uma mulher” faz alusão à dança típica do interior, mas também pode simbolizar a marca afetiva de um amor passado, intensificando o tom nostálgico e intimista. Assim, a canção retrata de forma sensível a vida no interior, unindo simplicidade cotidiana, sentimentos profundos e espiritualidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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