
Seresta
Rolando Boldrin
Solidão e tradição brasileira em "Seresta" de Rolando Boldrin
Em "Seresta", Rolando Boldrin explora a solidão do personagem principal em contraste com a alegria da natureza ao redor. A música faz referência direta à tradição brasileira das serenatas noturnas, conhecidas como serestas, que Boldrin sempre valorizou em sua carreira. Essas serenatas simbolizam tanto o romantismo quanto a nostalgia de um tempo em que a música era uma forma de aproximar corações distantes.
A letra destaca o violão como único companheiro do cantor, que, mesmo "tristonho na rua, sozinho, sem ninguém", continua a cantar para a lua uma canção dedicada a alguém ausente. A repetição de "vivo cantando pra lua / a canção que é só tua, meu querido bem" reforça o papel da música como consolo e esperança diante da ausência da pessoa amada. Enquanto a natureza está "em festa", o sofrimento do cantor se intensifica, evidenciando o isolamento típico das serestas, onde o músico revela sua vulnerabilidade sob o luar. Dessa forma, "Seresta" expressa o compromisso de Rolando Boldrin com a cultura popular, transformando a dor da saudade em beleza compartilhada por meio da música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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