
Quando Meu Peito
Rolando Boldrin
Saudade e tradição sertaneja em “Quando Meu Peito”
“Quando Meu Peito”, de Rolando Boldrin, explora de forma sensível o impacto da saudade e a força das raízes sertanejas. A canção utiliza imagens do universo rural para traduzir sentimentos profundos, como no verso “abro as duas porteiras dos óio... toda a boiada das lágrimas do currá do coração”, em que o choro é comparado ao gado saindo do curral, uma metáfora típica da cultura caipira. Esse recurso reforça a ligação do narrador com o campo e com a tradição sertaneja, elementos centrais na obra de Boldrin e fundamentais para a compreensão da música.
O tom nostálgico se intensifica quando o narrador fala sobre a própria morte e pede à amada que o visite e reze por ele: “Eu só te peço que vás qualquer dia / Ao cemitério para orar por mim”. Aqui, a saudade ultrapassa a vida, sugerindo que o amor verdadeiro persiste mesmo após a morte. A música também aborda coragem e destino, como em “eu fui um louco e não temi a morte”, mostrando um personagem que viveu seus sentimentos sem medo. O pedido final para que a amada aqueça seu túmulo com o hálito e deseje reencontrá-lo reforça a esperança de que o amor e a memória resistam à separação física, mantendo vivos o afeto e a lembrança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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