
Promessa de Violeiro
Rolando Boldrin
Tradição e orgulho caipira em “Promessa de Violeiro”
“Promessa de Violeiro”, de Rolando Boldrin, destaca o orgulho do violeiro por sua herança e pelo legado que deseja deixar. A letra é direta ao mostrar que, para o personagem, o mais importante é ser lembrado por sua arte autêntica, como nos versos: “Vou deixar minhas modinha / Todas feita no compasso / Pra depois da minha morte / Os invejoso / Não dizer que eu fiz fracasso”. Aqui, fica claro que o reconhecimento verdadeiro vem da honestidade e do respeito à tradição, não da fama ou riqueza.
A música também valoriza a relação do violeiro com a vida simples do campo. Elementos como o “ranchinho pequenino”, as “parede de taipa” e a “cama de couro dos bicho que eu mesmo caço” reforçam o orgulho de uma existência autossuficiente e conectada à terra. O verso “Eu sou que nem boi arisco / Não sai do mato / Para não cair no laço” usa uma imagem típica do sertão para mostrar a resistência do violeiro em não se submeter ou se corromper, preferindo manter sua liberdade e autenticidade. Ao longo da canção, o compromisso com a música e a preservação das tradições sertanejas, temas centrais na carreira de Rolando Boldrin, são reafirmados, celebrando a identidade caipira e o respeito pelas raízes do interior brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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