
Inocente
Romeo Santos
Tribunal e dilemas de confiança em "Inocente" de Romeo Santos
Em "Inocente", Romeo Santos utiliza o cenário de um tribunal fictício para abordar o tema da desconfiança e do julgamento social em relacionamentos. O protagonista se coloca diante de um "juiz" e de um "jurado", representando tanto a parceira desconfiada quanto a pressão dos rumores e da opinião pública, como fica claro no verso “Por infamia de la gente” (Por difamação das pessoas). Essa escolha reforça o tom dramático da música, mas também traz um toque irônico e descontraído, especialmente nas falas típicas de julgamento, como “¡Hey, hey, silencio! ¡Orden en la corte!” (Ei, ei, silêncio! Ordem no tribunal!).
A letra mostra a angústia de quem é acusado injustamente, mesmo diante de evidências suspeitas, como o cheiro e a mancha de batom na camisa. O personagem admite ter sentido "tentaciones" (tentações), mas insiste: “Me declaro inocente, un ingenuo decente / Que ha sentido tentaciones, pero nunca la he engañado” (Me declaro inocente, um ingênuo decente / Que sentiu tentações, mas nunca a traiu). O medo de perder alguém importante é central, e a repetição do apelo “No quiero perder su amor” (Não quero perder o amor dela) destaca a sinceridade e o desespero do personagem. A frase “El que nada debe, nada teme” (Quem não deve, não teme) reforça sua convicção de inocência, mesmo quando tudo parece estar contra ele.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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