
O Ébrio
Ronaldo Adriano
Solidão e exclusão social em “O Ébrio” de Ronaldo Adriano
Em “O Ébrio”, interpretada por Ronaldo Adriano, a música retrata de forma direta como a solidão e a desilusão podem levar uma pessoa à autodestruição e ao isolamento. A letra evidencia a hipocrisia das relações humanas: o protagonista, que antes era cercado de amigos e parentes enquanto tinha dinheiro e prestígio, é abandonado e até roubado por eles quando perde tudo. Isso fica claro nos versos: “E hoje ao ver-me na miséria tudo vejo então / O falso lar que amava e que a chorar deixei / Cada parente cada amigo era um ladrão / Me abandonaram e roubaram o que amei”.
A canção, originalmente composta por Vicente Celestino e regravada por Ronaldo Adriano, reflete um contexto social brasileiro em que a marginalização dos mais vulneráveis é recorrente. O personagem busca na bebida um alívio para o sofrimento, e o bar, junto aos “colegas de infortúnio”, passa a ser seu novo lar. O tom confessional aparece no pedido para que “na minha campa nenhuma inscrição” seja colocada, mostrando o desejo de anonimato e de ser lembrado apenas por quem compartilha a mesma dor. A regravação de Ronaldo Adriano mantém a intensidade emocional da versão original, mostrando que o tema do abandono e da exclusão social ainda é atual e toca diferentes gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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