
Plumas e Paetês
Ronaldo Resedá
Crítica à superficialidade em "Plumas e Paetês" de Ronaldo Resedá
"Plumas e Paetês", de Ronaldo Resedá, utiliza ironia para criticar a superficialidade das relações e o culto à aparência, temas marcantes no início dos anos 1980. No verso “Trocar de roupa é como trocar de marido / Pois o amor não vale mais que um vestido”, a música compara a facilidade com que se muda de roupas à troca de parceiros, destacando a efemeridade dos relacionamentos e a influência do consumismo e da cultura disco da época. O tom leve e descontraído, presente em frases como “Você sabe, você sabe / Qual é a última moda da Terra?”, reforça a sátira à obsessão por tendências e à busca constante por novidades.
A letra também aborda a pressão estética e a necessidade de se encaixar nos padrões da moda, como em “Muita boca, muita cara de modelo / Senão você acaba nua em pelo”. Aqui, Resedá sugere que quem não se adapta corre o risco de ser excluído ou exposto. As menções a acessórios e estilos, como “quepe”, “touca”, “boina” e “saias largas, com pouca costura”, ilustram a constante reinvenção exigida para se destacar. Ao final, a música ironiza a ideia de que, ao seguir essas regras e “fazer aquela pose ao desfilar”, alguém pode se tornar um “superstar”, questionando o valor do reconhecimento superficial em uma sociedade voltada para o espetáculo. A crítica de "Plumas e Paetês" segue relevante ao expor o vazio das aparências e a fragilidade dos laços humanos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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