
Peão Centenário
Ronaldo Viola e Praiano
Tradição e legado sertanejo em “Peão Centenário”
“Peão Centenário”, de Ronaldo Viola e Praiano, retrata com sensibilidade o orgulho e a nostalgia de um peão que testemunha o fim de uma era das tradições sertanejas. O protagonista, antes figura central nas comitivas e reconhecido como “professor da velha faculdade” do manejo do gado, agora se vê nas arquibancadas, aplaudindo as novas gerações que mantêm viva a cultura dos rodeios. Essa mudança de papel, do centro da ação para a plateia, simboliza não só o envelhecimento, mas também o respeito e a valorização da continuidade das tradições sertanejas.
A letra traz referências marcantes à cultura caipira, como a “queima do alho”, o “Vale do Rio Grande” e Barretos, locais e eventos históricos para os boiadeiros. Trechos como “A poeira vermelha e o sol ardente / Me acompanharam num belo cenário” destacam tanto a dureza quanto a beleza da vida na estrada. Já “Rios de piranhas frio e chuva forte / O vento de agosto e a sombra da morte” mostra os desafios enfrentados, que se transformam em parte do “relicário” de memórias do peão. O tom nostálgico é reforçado pelo orgulho de ser “parte da história” do Brasil boiadeiro, mostrando que, mesmo aposentado, o peão centenário segue como símbolo vivo da tradição sertaneja.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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