
Boiada (part. Pedro Bento e Zé da Estrada)
Ronaldo Viola e João Carvalho
Solidão e saudade em “Boiada (part. Pedro Bento e Zé da Estrada)”
“Boiada (part. Pedro Bento e Zé da Estrada)”, de Ronaldo Viola e João Carvalho, retrata a solidão do boiadeiro, que se confunde com a paisagem árida e poeirenta das estradas. O verso “Boiada o meu coração / Também caminha tão só” faz um paralelo entre o isolamento físico do trabalho e a solidão emocional do protagonista, mostrando como a vida na estrada é marcada pela distância e pela saudade.
Lançada originalmente em 1971 e regravada por vários artistas, a música aborda temas universais como a separação da família e o passar do tempo. A letra conta a história de alguém que saiu de casa ainda jovem, deixando para trás pais e irmãos: “A irmã deve estar casada / A mãe que nunca me esquece / Meu pai de certo está velho / O irmão já nem me conhece”. Esses versos evidenciam a dor da distância e a nostalgia por um passado que não volta. A imagem da poeira levantada na estrada, que “deixa um letreiro / Formado com letras de pó”, simboliza as marcas e lembranças que o tempo e a distância deixam na vida do boiadeiro. Assim, a canção transmite de forma simples a melancolia de quem vive longe das raízes, sustentado apenas pela esperança e pelas memórias.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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